A vida é como uma folha de papel em branco. E a gente vai preenchendo do jeito que dá, feito água, abrindo os caminhos. Traçando com lápis, sempre com a borracha na mão, esperando a hora de ter que usar. Na ansiedade de usar, como que esperando os erros. A questão é que alguns traçados, assim que tocam o papel viram permanente, não da pra apagar, não da pra voltar atrás. É jogar as mãos na cabeça que a parte azul da borracha não resolve. Ou aprende ou aprende e esse é o lance legal de não poder apagar.